Postura intransigente da Eletrobras mantém paralisação

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Em reunião no dia 30/6, em Brasília, o CNE avaliou a situação das negociações sobre ACT e PLR. Na 3ª rodada de negociações, a Eletrobras havia sinalizado a apresentação de propostas para pagamento da PLR e do ACT, que deveriam ter sido entregues ao CNE no dia 29/6. Mas de forma unilateral, no dia 28/06, a Eletrobras suspendeu as negociações, delegando a responsabilidade por esse rompimento aos trabalhadores.

No que se refere ao ACT, a Empresa só apresentou, até agora, na mesa de negociações, uma proposta, que foi rechaçada pelos trabalha-dores, por não contemplar minimamente a pauta de reivindicações apresentada.

Esta suspensão de negociações é só mais um capítulo de uma história de protelação e descumprimento de agendas. Novamente, a direção da Eletrobras desrepeitou os trabalhadores da empresa. Não respondeu ao ofício apresentado pelo CNE, sobre o Termo Aditivo, e usa de chantagem ao vincular a apreciação do termo e o pagamento da PLR com a suspensão do movimento grevista.

Desde meados de 2014, quando Alexandre Aniz assumiu a diretoria de Administração, as negociações têm sido extrema-mente difíceis. O diretor tem preferido a judicialização a solução negociada com os trabalhadores.

Mesmo assim, a categoria não vai se curvar. Pelo contrário, essa postura intransigente da empresa só mobiliza a categoria a lutar com todas as suas forças por seus direitos. Dessa forma, o CNE manteve a decisão de paralisação nos dias 4, 5 e 6 de julho, conforme deliberado em assembleias da categoria.

Negociação e mobilização, lutar sempre!

Fonte: UrbanitáriosDF

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