MAIS UMA VITÓRIA DOS TRABALHADORES DA CAERD NO TRT

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 CONFIRMADO A LEGALIDADE DA GREVE, PROÍBE DESCONTO DOS DIAS PARADOS E REPOSIÇÃO DAS PERDAS

Na manhã desta terça-feira, dia (8), aconteceu no Pleno do Tribunal Regional do Trabalho, o Julgamento do Dissídio Coletivo de Greve, ingressado pelo Sindicato dos Urbanitários de Rondônia – Sindur contra a Caerd.

O Pleno do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RO/AC) confirmou a legalidade da greve e a recomposição de 3% sobre os salários a partir de abril/2017 e a Corte julgou por unanimidade, procedente o Dissídio Coletivo e proibiu a Caerd de efetuar quaisquer descontos salariais por conta dos dias parados do movimento grevista, sob pena de multa de R$ 10 mil por desconto efetivado.

O Relator, Desembargador Ilson Pequeno, acompanhado pela corte, julgou: Pela Legalidade da Greve; Proibiu o desconto dos dias parados, sob pena de multa de R$ 10 mil reais por desconto efetivado; Concedeu reposição das perdas de 3% retroativos a abril/2017, caso a Caerd não cumpra dentro do prazo de 15 dias, o Sindur ajuizará ação de cumprimento.

TRABALHADORES DECIDEM PELO FIM DA GREVE, RETORNO AMANHÃ!

Após o julgamento do Dissídio Coletivo de Greve, os trabalhadores presentes em Assembleia, incluindo os 50 trabalhadores vindos do interior, acataram sugestão do jurídico do Sindur, em respeito a Decisão do TRT e decidiram pelo fim da greve e pelo RETORNO AO TRABALHO, AMANHÃ, DIA 09/08/2017, antes da notificação da decisão do acórdão.

Para o Presidente do Sindur, Nailor Gato: “Face a atual conjuntura, foi uma grande vitória, principalmente diante da intransigência da presidente da Caerd e do Governo do Estado em não dialogar com os trabalhadores, ressalvou ainda, que foram nestes 29 dias de greve que os trabalhadores conseguiram dar visibilidade pelos meios de comunicação e redes sociais, dos absurdos e desmandos cometidos pela atual gestão da presidente da Caerd que conta com o apoio irrestrito do Governo do Estado, que tem como principal objetivo o desmonte da empresa para assim facilitar a sua privatização, declarou”.

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