Leilão A-5 bate recorde em valor de contratação de energia nova: 114,5 bilhões

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Foram contratados 51 projetos que vão gerar 4.980 megawatts de energia

Realizado nesta sexta-feira, 28 de novembro, pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), na sede da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), em São Paulo – SP, o leilão de geração de energia “A-5” resultou na contratação de 51 projetos de geração de energia elétrica, com capacidade instalada total de 4.980 megawatts (MW) de potência. A energia irá suprir a demanda projetada de 38 concessionárias de distribuição de energia elétrica a partir de 2019.

O preço médio da energia contratada no leilão foi de R$ 196,11/MWh, alcançando um deságio médio de 1,7%, com investimentos previstos da ordem de R$ 15,2 bilhões.

O valor negociado de R$ 114,5 bilhões contratados no certame representa o maior valor já transacionado nos leilões de energia nova.

Foram contratados 1.581 MW em projetos a partir de fontes renováveis, equivalentes a 31,7% da potência total. Desses, três projetos são de pequenas centrais hidrelétricas, somando 44 MW, equivalente a 0,9% da potência total, contratados a R$ 161,89/MWh. Outros oito projetos contratados são usinas termelétricas a biomassa, somando 611 MW, equivalentes a 12,3% da potência total negociada no leilão e sendo contratada a um preço médio de R$ 205,76/MWh, além de 36 projetos contratados de parques eólicos, somando 926 MW e 18,6% da potência total negociada, sendo contratada a um preço médio de R$ 136,00/MWh.

Foram contratados ainda outros quatro projetos termelétricos, a partir de gás natural (3.059 MW, representando 61,4% do total) e carvão mineral (340 MW, 6,8% do total), totalizando 3.399 MW e 68,3% da potência total, negociados a um preço médio de R$ 205,10/MWh.

As 51 usinas serão instaladas nos Estados de Acre (1), Amazonas (1), Bahia (17), Goiás (2), Minas Gerais (1), Mato Grosso do Sul (1), Mato Grosso (3), Paraíba (3), Pernambuco (1), Piauí (9), Rio Grande do Norte (7), Rio Grande do Sul (2) e São Paulo (3).

Autor : MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA | Fonte : MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

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